Passos rápidos surgem surpreendidos
com a chuva inesperada.
Carros que se movimentam, pessoas apressadas.
Observe as crianças!! São livres, são dóceis,
não carregam o peso destes dias difíceis.
Todos trabalham em busca de si e dos outros,
somos seres renováveis.
Hoje a chuva que me molha não surpreende a
mesma que o sol queimou.
Me canso de escrever o que sinto,
mas os remédios não foram feitos para agradar.
Então ignoremos este insulto.
Observemos a felicidade da criança com a chova
que aborrece o adulto.

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