As vezes me lembro de coisas que não vivi.
Saudades dos bons tempos imaginários, que me servem,
até que eu desperte para a realidade e permita que a
insegurança das pessoas tome conta de mim.
Posso ouvir tua lenta respiração,
Teus ossos que rangem, tua garganta que falha.
Enquanto observo pela janela e noto homens que
trabalham.;
Homens automáticos;
Homens alternados.
Pequenas felicidades.
Aaa! como seria agradável se pudesse conservar
minhas forças para os momentos mais propícios.
As vezes gosto de sentir falta do que não vivi.
Emanoela C Santos

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